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Aos 88 anos, após um longo tratamento contra a pneumonia, faleceu em Charlottesville, na Virgínia (EUA), o professor Ian Stevenson, a maior autoridade mundial nessa área.Graduado em medicina, professor de psiquiatria e diretor da Divisão de Estudos da Personalidade (atualmente, Divisão de Estudos da Percepção) da Universidade de Virgínia, ele dedicou mais de 40 anos à pesquisa da reencarnação e escreveu mais de 200 artigos e livros fundamentais sobre o tema. Nesta última, graduou-se em medicina como o primeiro da turma.

O PONTO DE PARTIDA – A primeira monografia de Stevenson sobre esse assunto, de 1961, foi The Evidence for Survivalfrom Claimed Memories of Former Incarnations, na qual examinava 44 casos publicados de memórias de vidas passadas.

O texto rendeu-lhe um prêmio e foi publicado pela American Society for Psychical Research em homenagem ao filósofo William James, um dos primeiros presidentes da entidade.

Carlson, porém, foi fundamental para mudar esse quadro.

Passou a fazer doações anuais para as viagens e, ao morrer, em 1963, deixou 1 milhão de dólares para a Universidade de Virgínia criar uma cátedra de psiquiatria a ser ocupada por Stevenson e mais um milhão de dólares para ele continuar suas pesquisas.

Foi com esse dinheiro que o pesquisador criou a Divisão de Estudos da Personalidade, o único departamento acadêmico no mundo voltado para o estudo da reencarnação, de experiências de quase-morte e de outros fenômenos paranormais.

Nesse intervalo, Stevenson começara a prestar mais atenção a um detalhe antes praticamente ignorado no grupo de meninos e meninas que afirmavam ter vivido anteriormente.

Falecido no primeiro semestre deste ano, o psiquiatra Ian Stevenson foi a maior autoridade mundial no estudo da reencarnação com método científico.

Não conseguiu provar sem sombra de dúvidas que, em nossa trajetória evolutiva, nós realmente vivemos (e morremos) muitas vezes.

Stevenson concentrou- se no estudo de casos, em especial aqueles em que crianças pequenas informavam espontaneamente o que seriam recordações de uma vida passada.

Em geral, essas crianças começam a dar informações sobre uma existência anterior entre 2 e 4 anos, e aos 8 já não se recordam mais do tema.

Na maioria dos casos, a criança portava uma marca ou defeito de nascença que parecia endossar um fato importante de sua vida prévia – por exemplo, duas pequenas marcas circulares na cabeça em posição e dimensões semelhantes às dos ferimentos que a pretensa personalidade anterior tivera ao ser baleada naquela região do corpo.

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